Brinquedistas do Boldrini mostram a importância da brincadeira em um hospital oncológico

out 30 • CidadaniaNenhum comentário em Brinquedistas do Boldrini mostram a importância da brincadeira em um hospital oncológico

Aula foi ministrada para profissionais da área a convite da ABBri e da Ecobrinquedoteca do Parque

A construção de uma brinquedoteca dentro de um ambiente hospitalar vai muito além do ato de brincar. Após 16 anos à frente da Brinquedoteca do Centro Infantil Boldrini, Nina Mazzon e Claudia Bella Lisboa, foram convidadas pela Associação Brasileira de Brinquedoteca (ABBri) e Ecobrinquedoteca do Parque para ministrarem uma aula para brinquedistas interessados neste segmento.

Entre os temas trabalhados na ocasião pode-se destacar projetos lúdicos no hospital, recepção do paciente adulto, rotina do brinquedista hospitalar e procedimentos específicos quanto à higienização dos brinquedos. “Os brinquedistas chegaram com bastante expectativa em relação a nossa experiência. De imediato se encantaram com o espaço, com o tamanho e variedade do acervo. Cada pedacinho da brinquedoteca que eles conheciam, ficavam admirados por ele existir dentro de um hospital”, relata a coordenadora da Brinquedoteca do Centro Infantil Boldrini, Nina Mazzon.

Para Claudia Bella Lisboa, brinquedista do Boldrini “Cada paciente tem uma necessidade diferente do brincar na brinquedoteca do Boldrini como, por exemplo, necessidade de ocupação do tempo, estimular o treinamento de novas aptidões, pode ser uma válvula de escape para controlar alguma ansiedade, criatividade, entre outros”, conta.  Porém, independente da necessidade a função da brinquedoteca é proporcionar o desenvolvimento saudável, independentemente da situação em que o indivíduo se encontra.

Hoje o Boldrini conta com cerca de 35 voluntários na Brinquedoteca que acreditam na importância do brincar onde os momentos vivenciados são valiosos tanto para o paciente quanto para o voluntário. “Para nós do Boldrini, receber esse convite para ministrar a aula para novos brinquedistas é uma honra. Há mais de vinte anos atuamos no hospital na área de recreação. Este reconhecimento só reafirma que estamos no caminho certo”, finaliza Nina Mazzon.

Atualmente, o hospital trata cerca de 10 mil pacientes de diversas cidades brasileiras e alguns de países da América Latina, a maioria (80%) pelo Sistema Único de Saúde (SUS). Um dos centros mais avançados do país, o Boldrini reúne alta tecnologia em diagnóstico e tratamento clínico especializado, comparáveis ao Primeiro Mundo, disponibilidade de leitos e atendimento humanitário às crianças portadoras dessas doenças. www.boldrini.org.br

 

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