Hospital Maternidade de Campinas economizará 11% em energia elétrica com paineis solares

Usina formada por 365 placas fotovoltaicas doada pela CPFL Paulista será entregue no início de setembro. O investimento no projeto foi de R$ 559.350,00.

Até a primeira quinzena de setembro, o Hospital Maternidade de Campinas terá a conclusão de sua usina solar fotovoltaica, doada pela CPFL Paulista, e que garantirá uma economia de 10,76% por mês no seu consumo de energia elétrica. O Hospital Maternidade de Campinas é uma das 15 instituições de saúde contempladas pelo Programa CPFL nos Hospitais, uma iniciativa que faz parte do Programa de Eficiência Energética da Agência Nacional de Energia Elétrica (ANEEL), para ajudar as instituições públicas e filantrópicas a reduzirem suas contas de energia.

Os painéis estão em processo de instalação no prédio do Hospital Maternidade de Campinas, que funciona na avenida Orosimbo Maia nº 165, na Vila Itapura. No total, serão 365 placas para a captação da energia solar, que correspondem a uma potência instalada de 124,3 kWp, capaz de gerar 183 MWh/ano, o equivalente ao consumo de 77 residências. Com esse sistema de geração de “energia limpa”, evita-se a emissão de 11,3 toneladas de CO², o equivalente ao plantio de 68 árvores.

Além da usina fotovoltaica, a CPFL também promoverá a troca de 1.471 lâmpadas convencionais para a tecnologia LED, mais eficiente e duradoura. O investimento da CPFL para o projeto do Hospital Maternidade de Campinas foi de R$ 559.350,00.

O consumo médio mensal do hospital é de 130.098 kWh. De acordo com a CPFL, as placas fotovoltaicas instalas vão garantir a geração de 14.000 kWh por mês, o que assegura à instituição filantrópica 10,76% de economia com os custos de energia elétrica.

“A iniciativa teve início em dezembro de 2019, por meio do setor de Relações Institucionais do Hospital Maternidade de Campinas, que identificou a possibilidade desta parceria e atuou diretamente com a CPFL para que a instituição pudesse ser contemplada pelo programa”, conta Sandra do Amaral Sula, coordenadora de Relações Institucionais.

“Para nós, essa economia é muito significativa pela redução dos custos com energia elétrica e por contribuirmos com a sustentabilidade socioambiental. É um grande presente de aniversário para o Hospital Maternidade de Campinas que, no dia 12 de outubro, completará 108 anos”, explica o presidente do Hospital Maternidade de Campinas, Dr. Marcos Miele.

Dr Marcos Miele, presidente do Hospital Maternidade de Campinas
(Divulgação)

De acordo com o Dr. Miele, por ser centenária, a instituição adquiriu um grande know how na área da Saúde e procura aliar esse conhecimento e essa experiência às novas tecnologias para se tornar cada vez mais sustentável, inclusive financeiramente. Somos um hospital filantrópico e precisamos contar muito com a participação da comunidade, inclusive por meio de parcerias como essa realizada com a CPFL.

As obras foram iniciadas em julho e já deverão estar concluídas no final deste mês para que a usina entre em funcionamento ainda na primeira quinzena de setembro de 2021. “A missão da CPFL é contribuir para a sustentabilidade financeira de instituições, como o Hospital Maternidade de Campinas. A redução da conta de energia elétrica contribui positivamente para o enfrentamento de situações delicadas, como a que vivemos na atualidade”, explica Giulianno Bolognesi Archilli, analista de projetos da CPFL.

De acordo com o Dr. Rogério Manuel Duarte Nogueira, primeiro vice-presidente do Hospital da Maternidade de Campinas e responsável pelo acompanhamento do projeto, diante da existência de um sombreamento muito grande na área na qual os painéis foram instalados esse foi o maior dimensionamento possível, no momento, para o projeto. “No entanto, já estamos analisando outras áreas nas quais seja possível a captação de energia para a ampliação desse benefício. Mas, ainda, se trata de um projeto mais para o futuro”, informa.

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