Pitaya cresce 4 vezes mais no Brasil e especialistas discutem futuro da cultura no 5º Simpósio Brasileiro sobre a fruta, no auditório do Instituto Agronômico

Para entender como a pitaya se tornou um fenômeno no Brasil nos últimos 10 anos, o processo de transformação e enxergar as oportunidades do futuro, o pesquisador da APTA REGIONAL, engenheiro agrônomo Nobuyoshi Narita, será um dos destaques do 5º Simpósio Brasileiro de Pitayas, que acontece entre os dias 25 e 27 de março, em Campinas (SP), no auditório do Instituto Agronômico (IAC-APTA).
No dia 25, das 10h45 às 11h45, o pesquisador apresenta a palestra “Evolução da Pitaya nos últimos 10 anos”, trazendo uma análise aprofundada sobre os avanços técnicos, os desafios superados e as tendências que vêm consolidando a pitayacultura no Brasil. A apresentação promete uma imersão estratégica para produtores, técnicos e interessados no crescimento dessa cadeia produtiva.
O simpósio reunirá pesquisadores, produtores e empresários para discutir o crescimento da produção da pitaya no Brasil e no mundo. Entre os temas em pauta estão avanços tecnológicos, desafios fitossanitários, estratégias de comercialização e oportunidades de exportação.
A cultura da pitaya – também conhecida como dragon fruit – vem ganhando destaque no agronegócio brasileiro. Levantamentos recentes indicam que a produção nacional quadruplicou nos últimos anos, passando de cerca de 1,5 mil toneladas em 2017 para mais de 6 mil toneladas em 2023, com projeção de crescimento contínuo até 2026.
Além do potencial econômico, a fruta também se destaca pelos benefícios nutricionais, sendo rica em fibras, vitamina C, ferro e magnésio, com propriedades antioxidantes e baixo teor calórico.
Para o setor produtivo, o evento representa um momento estratégico de consolidação da cadeia, ampliando o intercâmbio de conhecimento e fortalecendo a produção nacional.
Segundo o coordenador da APTA REGIONAL, Daniel Gomes, a instituição visa, por meio da pesquisa científica, atender as demandas de consumo da população, que busca por uma cadeia produtiva mais sustentável e por alimentos mais saudáveis.
