Acic pede colaboração da população na abertura do comércio em Campinas

Para a retomada das atividades comerciais, a Acic e a Prefeitura de Campinas pedem atenção no sentido de evitar aglomeração e respeitar aos protocolos da Saúde no controle da Covid-19

A Associação Comercial e Industrial de Campinas (Acic) recebeu com bastante otimismo a notícia de que Campinas retorna para a Fase Laranja do Plano São Paulo a partir desta semana. Com a reclassificação, o comércio reabrirá, na segunda-feira, 27/7, adotando todas as normas estabelecidas pelo Centro de Contingência do Coronavírus, do Estado de São Paulo e com horário e capacidade reduzidos. Além dos serviços essenciais que já estavam funcionando, a nova fase autoriza a retomada das atividades do comércio de rua a partir desta segunda-feira (dia 27), das 12h às 16h, durante a semana, e das 9h às 13h, aos sábados. Nos shoppings centers as lojas funcionarão todos os dias, das 16h às 20h. Escritórios também podem funcionar por 4 horas seguidas.

Para a presidente da Acic, Adriana Flosi, a reabertura representa uma esperança de leve recuperação no setor no segundo semestre. “Após mais de 100 dias fechados, ou seja, três meses, o que representa um quarto do ano em que grande parte dos empresários de Campinas não conseguiu vender seus produtos ou prestar serviços, estamos esperançosos de que haja uma retomada gradual nas vendas, impulsionada, inicialmente, pelo Dia dos Pais, já em agosto”, diz.

Adriana alerta ser muito importante que a população faça a sua parte também, pois não podemos regredir outra vez. “Os empresários, depois de tanto tempo fechados, precisam urgente recuperar a saúde financeira das empresas para que possam pagar as suas contas básicas, como aluguel, energia, água e, principalmente, garantir os empregos. Pedimos que as pessoas planejem as compras e não provoquem aglomerações para evitar o retrocesso. O comércio precisa muito, nesse momento, da colaboração de todos. Não leve familiares para passear, nem mesmo os filhos quando forem pagar seus carnês ou fazer compras. Se evitarmos as aglomerações, em breve poderemos ampliar o atendimento e tentar voltar mais rapidamente à normalidade. Precisamos muito da ajuda da população para não fechar novamente”, recomenda.

Adriana Flosi/Divulgação

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